É aquele tipo de reflexão que se faz sentada numa mesa de bar com uma de suas melhores amigas, e ela te fita e diz, faça uma reflexão sobre esse seu novo amor Paula Emília, e Paula Emília responde, que só não existe o amor, como o novo também não veio. As coisas continuam as mesmas, como diria meu amigo Robert Plant, The song remains the same, o que muda são os quadros pendurados na parede, as cores pintadas pelas paredes, as roupas que esvoaçam mais ao vento, e os beijos que parecem ser mais verdadeiros.
Não posso esquecer do cavalo, esse apesar de aparentar sofrer de fraquesas multiplas é mais forte do que os outros, por que pelo menos está vivo. E cavalos vivos são coisas raras hoje em dia. Ou talvez sempre foram.
Mas isso não vem ao caso, o que conta é o que sobra, e o que sobra é muito. E o que falta, falta muito, quando a gente não se sente preenchido por todos os lados, e quer preencher o que resta.
É, isso mesmo, todos os devaneios que chegam depois do onibuzinho. Realmente, não sei por que continuo escrevendo devaneios que nem eu mesma posso entender.
Simples, foi técnicamente complicado para ter um pouco mais de graça no andor. Mas não passa de um conto de fadas criado pela minha criança interior. É... um pouco despedaçado, mas ainda sim, inteiro.

faça uma reflexão sobre esse seu novo amor Paula Emília.
ResponderExcluirte pergunto porque te conheco. se te respondesse não seria de verdade.
amo.