Embaixo do México, tem um lugar maluco que eu conheço, onde as bebidas são mais quentes que molho de pimenta, e o chefe é um gatuno preto e malvado que se chama Joe.
Se tivesse escolha, voltaria atrás e colocaria as balas onde elas deveriam estar.
Se tivesse escolha teria matado ela primeiro, sim, ela depois ele, depois ele e depois tu.
Cairíamos todos juntos como um grande dominó atormentado.
E quando o círculo se armasse, estaríamos todos dentro dele, uns apontando armas para os outros, com pingos contados caindo pelo tempo.
Seria quase como que justo.
E por final, olho por olho, dente por dente, e que a sorte afortune os merecidos.
Eu também teria sido mais feliz se o destino tivesse dito para amar ele. Mas a única porta que se abre, é a morte.
Então que seja, calada, eu faço.
E quem aqui vai me dizer que faria o contrário?
Quem levanta um dedo saindo do inferno?!!
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
e é então entre muralhas de gelo que nos encontramos
procurando razões para simples
1,2,3,4
live for today
para sentir o que seria mais além da busca
sempre sem querer
assim como nascer
a verdade
do que eu quero mais
a vida
e tudo aquilo que acontece depois de um grito de liberdade
e é aí que me refiro.
tu vês…
em um simples parafraseamento posso me desconectar e quebrar
caindo múltipla em mil pedaços
me pegando de volta e colocando de volta
assim com a fênix que pula de olhos negros e abertos das cinzas
e o rio que se quebra ao entrar no mar e se faz rio ao sair dele
muralhas?
que alhas?
meu cú para as migalhas
procurando razões para simples
1,2,3,4
live for today
para sentir o que seria mais além da busca
sempre sem querer
assim como nascer
a verdade
do que eu quero mais
a vida
e tudo aquilo que acontece depois de um grito de liberdade
e é aí que me refiro.
tu vês…
em um simples parafraseamento posso me desconectar e quebrar
caindo múltipla em mil pedaços
me pegando de volta e colocando de volta
assim com a fênix que pula de olhos negros e abertos das cinzas
e o rio que se quebra ao entrar no mar e se faz rio ao sair dele
muralhas?
que alhas?
meu cú para as migalhas
sábado, 30 de abril de 2011
Não sei se devo tentar entender.
Estranhos caminhos que a vida tenta em me oferecer.
Sei que as coisas tem ficado bizarras demais por aqui.
Outra noite ele se apresentou, assim como ele se apresenta, só naquelas situações especiais, quando estamos todos reunidos e eu realmente não precisava ter um rei ao meu lado, ou precisava, e ele se apresenta e veste a sua coroa. Não deixa nenhum outro mortal se aproximar de mim, apenas ele, ele e eu, no meio de todos os súditos. Ele procura não ofuscar o meu brilho, ele procura não sangrar em mim. Nem uma gota. Eu fico ali sedenta esperando seus momentos de fraqueza, louca para atacar. Querendo pegar o circo todo, só pra mim. Mas não. Eu deixo ele estar. Assim como estamos. Ele vela meu sono, me entrega à Morfeu. E logo depois parte embora. E eu fico sem saber, até quando. Logo outros aparecerem. Todos amaldiçoados por ele. Não podem sangrar em mim. Ninguém pode sangrar em mim. E eu fico ali sedenta esperando o momento de fraqueza para arrancar suas entranhas. Quero seus testículos em uma bandeja rapaz. E sei que ainda os terei. E quando esse diga chegar tarde demais será para suplicar por perdão. Eu conto a cada conto e digo por cada canto. Sei que vou receber tudo de volta e com juros. Eu estou partindo agora. Não pretendo voltar. Vou para onde vocês não podem me seguir. Podem ficar com tudo. Com todas as mentiras suadas que inventei para cada um. Levo minha aliança. Aquela, daquele que um dia ousou me desposar. Não escutarei mais passos pela areia. Não escutarei mais lamúrias dos tempos que não devem voltar mais. Por favor. Não dirijas a palavra àmim. Me ignore como sempre. Pense que é só mais uma noite, daquelas em que nos separamos em caminhos opostos. E não tenha a audácia de me seguir. Cansada, simplesmente cansada.
Vou cair no meu leito. E espero sangrar um pouco. Quero carne nova. Quero amor puro. Eu me rendo. Larguei minhas armas por aí. Se encontrares não me devolva, me deixa estar. Só tenho que seguir em frente, e dessa vez, acompanhada por alguém.
E foda-se.
Foda-se tu, foda-se eu, fodamo-nos todos.
Estranhos caminhos que a vida tenta em me oferecer.
Sei que as coisas tem ficado bizarras demais por aqui.
Outra noite ele se apresentou, assim como ele se apresenta, só naquelas situações especiais, quando estamos todos reunidos e eu realmente não precisava ter um rei ao meu lado, ou precisava, e ele se apresenta e veste a sua coroa. Não deixa nenhum outro mortal se aproximar de mim, apenas ele, ele e eu, no meio de todos os súditos. Ele procura não ofuscar o meu brilho, ele procura não sangrar em mim. Nem uma gota. Eu fico ali sedenta esperando seus momentos de fraqueza, louca para atacar. Querendo pegar o circo todo, só pra mim. Mas não. Eu deixo ele estar. Assim como estamos. Ele vela meu sono, me entrega à Morfeu. E logo depois parte embora. E eu fico sem saber, até quando. Logo outros aparecerem. Todos amaldiçoados por ele. Não podem sangrar em mim. Ninguém pode sangrar em mim. E eu fico ali sedenta esperando o momento de fraqueza para arrancar suas entranhas. Quero seus testículos em uma bandeja rapaz. E sei que ainda os terei. E quando esse diga chegar tarde demais será para suplicar por perdão. Eu conto a cada conto e digo por cada canto. Sei que vou receber tudo de volta e com juros. Eu estou partindo agora. Não pretendo voltar. Vou para onde vocês não podem me seguir. Podem ficar com tudo. Com todas as mentiras suadas que inventei para cada um. Levo minha aliança. Aquela, daquele que um dia ousou me desposar. Não escutarei mais passos pela areia. Não escutarei mais lamúrias dos tempos que não devem voltar mais. Por favor. Não dirijas a palavra àmim. Me ignore como sempre. Pense que é só mais uma noite, daquelas em que nos separamos em caminhos opostos. E não tenha a audácia de me seguir. Cansada, simplesmente cansada.
Vou cair no meu leito. E espero sangrar um pouco. Quero carne nova. Quero amor puro. Eu me rendo. Larguei minhas armas por aí. Se encontrares não me devolva, me deixa estar. Só tenho que seguir em frente, e dessa vez, acompanhada por alguém.
E foda-se.
Foda-se tu, foda-se eu, fodamo-nos todos.
cansada de toda essa hipocrisia
eu nem te conheço, eu nem me conheço, eu não conheço ninguém
you're lost little girl
não olhar pra trás, não se sabe mais nem de onde se vem
só se pensa em chegar mais e mais acima
não se importa com o que se deixa pra trás
apenas com o que se leva pra frente
e foda-se tudo isso
foda-se todos esses cantos de solidão
eles constroem algo maior
e tu que queres viver à minha sombra
sinta-se a vontade, só não espere chegar muito perto
jamais vais sentir o gosto da minha luz
eu não preciso de ti, dos teus beijos infames e das tuas desculpas furadas
sigo sozinha
não preciso de ninguém pra arrumar minhas coisas
não preciso de ninguém pra escrever os meus gritos
e que se foda
a tua falta de libertação
a tua falta de entrega
e o teu medo de ser feliz
que se foda
eu sei que sei o que faço
mesmo que não saiba onde estou
eu nem te conheço, eu nem me conheço, eu não conheço ninguém
you're lost little girl
não olhar pra trás, não se sabe mais nem de onde se vem
só se pensa em chegar mais e mais acima
não se importa com o que se deixa pra trás
apenas com o que se leva pra frente
e foda-se tudo isso
foda-se todos esses cantos de solidão
eles constroem algo maior
e tu que queres viver à minha sombra
sinta-se a vontade, só não espere chegar muito perto
jamais vais sentir o gosto da minha luz
eu não preciso de ti, dos teus beijos infames e das tuas desculpas furadas
sigo sozinha
não preciso de ninguém pra arrumar minhas coisas
não preciso de ninguém pra escrever os meus gritos
e que se foda
a tua falta de libertação
a tua falta de entrega
e o teu medo de ser feliz
que se foda
eu sei que sei o que faço
mesmo que não saiba onde estou
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