e é então entre muralhas de gelo que nos encontramos
procurando razões para simples
1,2,3,4
live for today
para sentir o que seria mais além da busca
sempre sem querer
assim como nascer
a verdade
do que eu quero mais
a vida
e tudo aquilo que acontece depois de um grito de liberdade
e é aí que me refiro.
tu vês…
em um simples parafraseamento posso me desconectar e quebrar
caindo múltipla em mil pedaços
me pegando de volta e colocando de volta
assim com a fênix que pula de olhos negros e abertos das cinzas
e o rio que se quebra ao entrar no mar e se faz rio ao sair dele
muralhas?
que alhas?
meu cú para as migalhas
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
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